A cidade de Sumé

190457_507523525982237_256881560_nAspectos demográficos

Censo Populacional 2010 – IBGE
População: 16.072 habitantes
Gentílico – Sumeense
Área: 838 km²
Densidade Demográfica: 17,4 hab/km²
Eleitores: 11.552
PIB PER CAPITA: R$ 3.917,00
IDH: 0,658

 

Geografia

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O Município de Sumé tem uma área de 864 km, representando 1,53% da área do Estado, e está localizado na Microrregião dos Cariris Velhos, numa altitude média de 533 m, com a seguinte posição geográfica: 7° 40’ 13” latitude sul, 36° 52’ 58” longitude oeste. O fuso horário em relação à Greenwich é – 03h (menos três horas).

Tem como municípios limítrofes ao norte: São José dos Cordeiros e Itapetim (PE); ao sul: Camalaú e Monteiro; à leste: Serra Branca e Congo; à oeste: Ouro Velho, Prata e Monteiro.

 

 

Clima

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Localizado na região do Alto Rio Paraíba, inserida no Polígono das Secas, a área possui um clima do tipo semiárido quente, com chuvas de verão. Esse clima caracteriza-se pela insuficiência de precipitações

 

 

 

A história

541263_486586714742585_846063006_nA povoação de São Tomé teve início com a chegada dos colonos atraídos pela facilidade de instalação de fazendas de gado, aproveitando um trabalho já existente realizado pelos índios sucurus.

Os sucurus, numerosos, valentes, foram por esses atributos, chamados para a defesa da colônia portuguesa. O fato de deu em reconhecimento da Sesmaria de Pedra Cumprida, em 1718.

Até 1815, essas terras tiveram suas datas como pertencentes aos fazendeiros de gado, Manoel Tavares Baia e Manoel Augusto de Araújo. Porém, comprovado ficou que pertenceram ao Coronel Manoel de Araújo Carvalho, numa das extensões do maior latifúndio da época – A Casa da Torre – Bahia.

O lançamento da pedra fundamental da capela foi no ano de 1819, sendo a mesma ampliada em 1868. Para a fixação do patrimônio de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira da Sesmaria, por devoção dos seus proprietários, coube ao senhor Luís José de Albuquerque Vasconcelos e sua mulher fazerem a doação das terras onde está a sede do Município de Sumé.

A divisão administrativa do Brasil, de 1911, integrou o Distrito de São Tomé ao Município de Alagoa do Monteiro. Em 1943, o Distrito de São Tomé, passou a denominar-se Sumé, elevado à categoria de município com a denominação de Sumé, pela Lei Estadual n° 513, de 08 de novembro de 1951, desmembrado de Monteiro.

Já em 1952, é criado o Distrito de Amparo, ex-povoado, e anexado ao Município de Sumé. Nove anos depois, em 1961, é criado o Distrito de Pio X e anexado ao Município de Sumé.

Somente em 1994, há o desmembramento entre o Município de Sumé e o Distrito de Amparo, elevado à categoria de município.

O vocábulo Sumé – Em língua indígena significa personagem misterioso que pratica o bem e ensina a cultivar a terra. No espírito religioso dos catequizadores identifica São Tomé.

Origem de algumas comunidades rurais

PITOMBEIRA – O Sítio Pitombeira foi fundado no ano de 1978 e recebeu esse nome porque, antigamente, lá, só havia plantações de pitombas e florestas. Seu primeiro morador foi Reinaldo Brito da Silva.

ENGENHO VELHO – O Sítio Engenho Velho teve origem em 1890. Recebeu esse nome devido à existência de um engenho muito antigo, no referido local. Seus primeiros moradores foram Gerônimo Rodrigues da Costa e sua esposa Sercundina Maria de Farias. Juntos, eles tiveram 13 filhos. Eram donos de grandes rebanhos de ovinos, equinos, bovinos e avicultura.

RIACHÃO- A origem do Sítio Riachão vem de uma barragem que existia no Sítio. Quando a barragem transbordava tornava-se um grande riacho, daí surgiu o nome Riachão. O primeiro morador do Sítio foi Hugo Santa Cruz.

OLHO D’ÁGUA DO PADRE – O Sítio Olho D’Água do Padre recebeu esse nome porque teve uma época em que a seca era muito grande e os padres andavam a pé ou a cavalo. Um certo dia, um desses padres chegou em uma casa e pediu água. A dona da casa lhe respondeu que não tinha água. O padre, então, olhou para o chão e disse: “aqui vai dar água”. Ele começou a cavar o chão e, rapidamente, formou-se uma poça d’água. Os moradores aprofundaram mais o poço e, até hoje, essa fonte existe. Ela nunca seca, nem mesmo na seca. Teve como seus primeiros moradores: Manoel Valdino Velho, Francisco, João do gás, Miguel de Jesus e Raulino.

Fonte: www.sume.pb.gov.br

Fotos: Rosenato Barreto

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